sexta-feira, 22 de maio de 2015




Uma campanha vem tomando conta das redes sociais do Rio Grande do Norte.
Campanha em benefício de Hermilla, uma nutricionista linda que surpreendeu a família com uma doença inesperada e ainda sem diagnóstico.
A família de Hermilla precisa de recursos para tentar o tratamento em São Paulo.
Uma conta foi aberta para quem quiser ajudar.
 
Pelo whats app, as primas de Hermilla relatam o surgimento de sua doença:
AJUDA NA DESCOBERTA DO DIAGNÓSTICO
APELO DESESPERADO!!!! 
Prezado,
Inicialmente gostaria de solicitar sua ajuda, não financeira, não propagandista, mas sim como médico conceituado para descoberta do diagnóstico de Hermilla Torres Pereira que segue lutando pela vida há aproximadamente 1 ano!
Hermilla tem 27 anos,  natalense,  nutricionista,  mestranda em nutrição pela UFRN, ativa,  saudável,  sem nenhum histórico de doença grave. 
Em junho, Hermilla Torres, retornou de uma viagem a passeio de São Paulo com sintomas de gripe, febre, dor no corpo e etc., assim que chegou foi na urgência do Hospital de Saúde São Lucas situado em Natal/RN (cidade de origem de Hermilla) no qual a diagnosticaram com dengue.
Ao amanhecer a mãe de Hermilla encontrou sua filha inconsciente na cama, tentou chama-la, porém sem sucesso, nesse mesmo tempo Hermilla convulsionou sucessivamente mais umas três ou quatro vezes, se debatendo muito, inconsciente e arroxeada. Após as convulsões, ela continuava desacordada. Nesse meio tempo chamamos a SAMU e esperamos impacientemente por 15 minutos, vendo Hermilla quase sem respirar ficamos desesperadas e colocamos ela no carro para levar para a urgência do Hospital do Coração. Achávamos que havíamos perdido Hermilla…
Chegando ao hospital ela foi direto para a UTI e lá permaneceu por 2 meses em coma induzido inicialmente com a sonda para alimentação e respiração. Após um mês foi necessário a realização da traqueostomia. No decorrer dos dois meses, os médicos retiraram o sedativo por inúmeras vezes, mas as convulsões sempre retornavam.
Hermilla estava coberta por uma equipe de especialistas, mas nenhum conseguiu diagnosticar a doença de Hermilla. Foi suspeito encefalite das mais diversas causas,  meningoencefalite,  doença auto imune,  lúpus,  chicungunha, dentre outros.  Ela recebeu medicamentos para todos esses tratamentos,  porém sem sucesso.  
Após novas tentativas da retirada do coma,  os médicos prepararam um composto de anticonvulsivantes e aos poucos Hermilla foi saindo do coma em uma nova realidade que ela jamais imaginaria enfrentar….  acordou sem falar por causa da traqueo… sem comer,  pois desaprendeu a comer e engolir e sem andar devido aos dois meses parada em cima da cama…  além disso…  não sabia aonde estava,  perdeu a memória de dois anos e não reconhecia algumas pessoas. 
Essa lutadora enfrentou as dificuldades mesmo com convulsões e voltou para casa acompanhada por enfermeiras.  Todos os dias sua rotina era fisioterapia,  psicólogo,  fonoaudiólogo,  remédios,  consultas e exames e assim continuou sem progressos significativos. 
Recentemente nossa querida Hermilla foi internada com uma lesão pulmonar grave com risco de morte,  pesando apenas 35 quilos,  desnutrida e vomitando tudo o que comia.  Os médicos passaram antibióticos para a lesão cuja causa era desconhecida.  Fungo?  Bactéria?  Ela foi medicada pra tudo.  Seu corpo já não aguentava tantos medicamentos.  No hospital,  chegou a ter 16 convulsões e uma durou 5 min constantes!! 
Hermilla e a família já não aguentava tanto sofrimento!  Era o fim?  Não sabíamos…  Hermilla começava a se despedir dos seus familiares e a ter acessos de loucura. 
Graças a Deus e a Nossa Senhora Hermilla saiu na sexta feira antes dos dias das mães para presente da sua mãe. 
Atualmente,  ela toma 18 medicamentos diferentes,   entre eles inúmeros anticonvulsivantes em doses máximas e passa o dia dopado e ainda assim tendo convulsões constantes.  Hoje  (18/05/2015),  nossa menina,  teve 9 convulsões. 
É nesse contexto que os pais,  irmãos,  tios,  primos e amigos imploram e suplicam a ajuda de vocês e da sua equipe.  Ajude-nos a divulgar seu caso pelo país.  Alguém deve ter algum sintoma parecido. 
Obrigada. 
Andressa Torres C.  de Mello
Mariana Torres C. de Mello

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